Anistia Internacional classifica como desastrosa operação no Rio
Jurema Werneck, da Anistia Internacional, chama de “desastrosa” a operação Contenção no Rio, que deixou 119 mortos e violou direitos humanos.
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Jurema Werneck, da Anistia Internacional, chama de “desastrosa” a operação Contenção no Rio, que deixou 119 mortos e violou direitos humanos.
Deputada Dani Monteiro alerta que megaoperação no Rio, com cerca de 120 mortos, pode ser a maior violação de direitos humanos desde o Carandiru.
A defesa do general Walter Braga Netto apresentou embargos ao STF, alegando falta de imparcialidade e cerceamento de defesa na condenação de 26 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Os advogados pedem a anulação parcial do processo e revisão da pena.
A defesa de Jair Bolsonaro apresentou ao STF embargos de declaração para esclarecer omissões, contradições e obscuridades na condenação de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Alegam cerceamento de defesa, acesso insuficiente às provas e pedem revisão da dosimetria da pena.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro tem até as 23h59 desta segunda (27) para recorrer da condenação de 27 anos e 3 meses de prisão imposta pelo STF. O recurso busca esclarecer pontos do acórdão, mas não altera a sentença.
A Polícia Civil prendeu um homem de 38 anos suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz. O crime ocorreu em 15 de setembro, em Praia Grande (SP). Ferraz foi executado a tiros após perseguição; a polícia apura ligação com o PCC.
Carf mantém autuações de R$ 1,8 bi contra Samarco e Vale por deduções indevidas de IRPJ e CSLL relacionadas ao desastre de Mariana. Ainda cabe recurso.
STF forma maioria para condenar sete réus do Núcleo 4 da trama golpista ligada ao governo Bolsonaro por crimes como organização criminosa e tentativa de golpe de Estado; julgamento continua com definição das penas.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autoriza que Daniel Silveira cumpra prisão em regime aberto com tornozeleira eletrônica e recolhimento noturno, após quatro anos de cumprimento de pena.
Alexandre de Moraes determina que escolta de Bolsonaro seja feita pela Polícia Federal ou Penal do DF, proibindo participação do GSI.