Crise do Banco Master é “pancada histórica”, mas sem risco sistêmico, diz Haddad
O ministro Fernando Haddad afirmou que a crise do Banco Master é uma “pancada histórica”, mas não representa risco sistêmico para a economia brasileira.
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O ministro Fernando Haddad afirmou que a crise do Banco Master é uma “pancada histórica”, mas não representa risco sistêmico para a economia brasileira.
Poupança registra retirada líquida de R$ 23,5 bilhões em janeiro, segundo o Banco Central, influenciada pela Selic em 15% ao ano.
Liquidações do Banco Master e da Reag revelam esquema bilionário e afetam cerca de 1,6 milhão de clientes em um dos maiores escândalos do sistema financeiro.
Alexandre de Moraes afirma que reuniões com o Banco Central trataram exclusivamente dos efeitos da Lei Magnitsky aplicada pelos Estados Unidos.
Boletim Focus mantém previsões estáveis para 2025: PIB deve crescer 2,16%, inflação projetada em 4,55% e dólar a R$ 5,41. Selic segue em 15% ao ano, refletindo cautela do Banco Central diante da inflação acima da meta e incertezas no cenário internacional.
A bolsa brasileira bateu novo recorde, com o Ibovespa fechando aos 153.338 pontos e registrando sua 12ª alta consecutiva. O dólar caiu 0,24%, a R$ 5,34, influenciado pela decisão do Copom de manter os juros em 15% ao ano por mais tempo.
Banco Central endurece regras para encerrar contas irregulares e “contas-bolsão” usadas por fintechs; novas normas entram em vigor em dezembro de 2025 e reforçam exigências de capital mínimo para garantir segurança no sistema financeiro.
As contas públicas brasileiras registraram déficit primário de R$ 17,3 bilhões em agosto de 2025, totalizando R$ 61,8 bilhões negativos no acumulado do ano, segundo dados do Banco Central.
Mais de 48 milhões de pessoas e empresas ainda não resgataram valores esquecidos. Serviço é gratuito e oferecido pelo Banco Central.
Aplicações superam saques em junho; mesmo com saldo positivo recente, poupança acumula resgate líquido de R$ 49,6 bilhões em 2025.