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Bebês nascidos durante a Copa do Mundo ganham homenagens em hospitais do Rio

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Maternidades da rede estadual entregam certificados, toucas temáticas e outras homenagens para marcar o nascimento durante o Mundial

Bebês que nasceram durante a Copa do Mundo de 2026 nas maternidades da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro estão recebendo lembranças especiais para marcar o momento. No Hospital Estadual da Mãe, em Mesquita, na Baixada Fluminense, as famílias levam para casa certificados de “Minha Primeira Copa”, touquinhas com a bandeira do Brasil e a tradicional impressão da placenta em formato de Árvore da Vida, personalizada com as cores da seleção brasileira.

A Árvore da Vida reúne informações como data, horário, peso, altura e local de nascimento do bebê, transformando a placenta em uma recordação simbólica do parto.

Moradora de Belford Roxo, Thayane Galdino, de 26 anos, deu à luz a pequena Mavie no Hospital Estadual da Mãe e destacou a emoção de viver esse momento durante o Mundial.

“Para mim, foi um momento maravilhoso, pois minha filha nasceu durante um período festivo, com saúde e todo o suporte necessário.”

Teatro de fantoches leva clima da Copa às crianças internadas

No Hospital Estadual Ricardo Cruz, em Nova Iguaçu, a Copa do Mundo também chegou às enfermarias por meio do projeto “Plantão da Alegria, arte todo dia”. Os tradicionais fantoches da unidade passaram a vestir a camisa da Seleção Brasileira e realizam apresentações para crianças e acompanhantes, com brincadeiras e perguntas sobre o torneio.

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A pequena Helena, de dois anos, internada para tratamento de estomatite e amigdalite, participou da atividade. Segundo a mãe, Tainá Teixeira, moradora de Araruama, o momento ajudou a tornar a internação mais leve.

“Helena ficou muito tempo acamada e ligada ao soro. Agora, com mais liberdade, ela pôde brincar e ter contato com outras crianças. Essa atividade distrai e ajuda muito na recuperação delas.”

Atividades contribuem para recuperação dos pacientes

A responsável por dar vida aos personagens Ricardinho e Mika é Rainara Cruz, integrante da Comissão de Pele do hospital. Ela explica que as apresentações percorrem as enfermarias levando entretenimento e descontração para pacientes de diferentes idades.

“É muito bom ver a alegria dos pacientes, principalmente das crianças. É muito gratificante.”

De acordo com Gleice Melo Moura, integrante da Assessoria de Humanização da Secretaria de Estado de Saúde, iniciativas como essa têm papel importante no tratamento.

“Elas têm um papel importante no processo de recuperação dos pacientes, contribuem para o bem-estar emocional, reduzem o estresse da internação e fortalecem os vínculos entre pacientes, parentes e equipes de saúde. São atividades que deixam o ambiente hospitalar mais acolhedor.”

Fonte: EBC

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